Vida e o poderoso antídoto da paz

A Vida e o  antídoto da paz
Vida e o poderoso antídoto da paz. Cada vez que um enxame de preocupações pretender invadir sua mente, não se deixe perturbar. Mantenha a calma, enquanto procura a solução adequada. Destrua toda a preocupação com o poderoso antídoto da sua paz.

A paz não pode ser comprada; você deve aprender a cultivá-la em seu interior, na tranquilidade de suas práticas diárias de meditação. Inclusive quando você considerar que já alcançou a mais profunda calma e o recolhimento interno, mergulhe ainda mais neles.


É nas profundezas do silêncio que você receberá as respostas de Deus a todos os problemas de sua vida. (Paramahansa Yogananda)

Vida, calma e paz
Paz não é aquilo que encontramos em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho duro, mas o que permite manter a calma em nosso coração, mesmo no meio das situações mais adversas. (Paulo Coelho)

Reflexão de Paz


A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia…

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.

Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé…

Ter paz é ter a consciência tranquila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou… É assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

É ter ouvidos que ouvem, olhos que veem e boca que diz palavras que constroem. É ter um coração que ama… É não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

É aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer… É ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade… É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer… É admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências…

A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições. É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos… É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que criou e governa o mundo… A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a ela tiver oferecido. Às vezes, para manter a paz que hoje mora em meu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.

Lembre-se de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes, quando alguém estiver irritado, quando a maledicência lhe procurar, quando a ofensa o atacar, quando a crítica o ferir, quando escutar uma calúnia, quando a ignorância o acusar, quando o orgulho o humilhar, quando a vaidade o provocar.

O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.

Às vezes


Abraços e muita paz!

Vida com mais alegria, segurança e paz

Vida com paz e alegria
Para uma vida com mais alegria, segurança e paz, precisamos cumprir com certas obrigações e ações com o nosso "si-mesmo". Precisamos de ações com a finalidade de capacitar-nos a descobrir e realizar nosso "si-mesmo" mais profundo e mais verdadeiro.

As ações são as portas e as janelas do ser. E a experiência de nossa existência não é possível sem alguma experiência do saber ou alguma experiência da experiência.

Para conseguir o domínio de nós mesmos, temos que estar de posse de um certo grau de confiança, de esperança na vitória. E, para manter essa esperança viva, devemos, geralmente, ter saboreado a vitória. Temos de saber o que é a vitória e preferi-la à derrota.

Vida entre as profundezas e superfícies
Paz é o conceito básico na Bíblia. O termo aparece na Escritura 239 vezes e abrange muitos significados: bem-estar, felicidade, saúde, segurança e relações sociais equilibradas; harmonia consigo mesmo, com o próximo e com Deus. (Simone Helen Drumond)

A contemplação não é uma espécie de mágica, um atalho fácil para a felicidade e a perfeição. No entanto, ao nos conduzir a um contato com Deus em um relacionamento pessoal e direto de amizade misteriosamente experimentada, a contemplação traz, necessariamente, aquela paz que Cristo prometeu e que 'o mundo não pode dar'.

Pode haver muita desolação e sofrimento no espírito do contemplativo, mas há sempre mais alegria que tristeza, mais segurança que dúvida, mais paz que desolação. O contemplativo é aquele que encontrou aquilo que todos os homens buscam de um modo ou de outro.

No instante em que o primeiro ser humano entrou na existência, movido pelo sopro de Deus, as profundezas do centro de sua alma perfeita incendiaram-se com a chama silenciosa e magnífica da sabedoria.

Entre as profundezas e superfícies
No silêncio enfrentamos e admitimos a brecha entre as profundezas de nosso ser, que ignoramos constantemente, e a superfície que é infiel à nossa própria realidade.

Reconhecemos a necessidade de estar à vontade conosco a fim de ir ao encontro dos outros, não com apenas uma máscara de afabilidade, mas com um compromisso real e um amor autêntico.

Esta Graça nos é dada com o fim específico de capacitar-nos a descobrir e realizar nosso si-mesmo mais profundo e mais verdadeiro.

Enquanto não descobrirmos este si-mesmo profundo, que está escondido com Cristo em Deus, nunca nos conheceremos realmente como pessoas.

É a fé, e não a imaginação, que nos dá a vida sobrenatural; a fé é que nos justifica; a fé é que nos conduz à contemplação.

A fé penetra no intelecto, não através dos sentidos simplesmente, mas por uma luz infusa diretamente pela ação de Deus.

Resigne-se de sua insuficiência e reconheça sua insignificância para o Senhor. Quer você entenda isso, ou não, Deus o ama, está presente em você, vive em você, habita em você, chama você, salva você e lhe oferece entendimento e compaixão que não se compara a nada que você algum dia tenha encontrado num livro ou ouvido num sermão. (Texto elaborado com frases e pensamentos do escritor católico Thomas Merton)

O sol está dentro de cada um. Sorrir e acreditar em sí é o caminho para alcançar a luz e o brilho que irradia da própria existência e acalenta a crença em nós mesmos. Acreditemos no próprio sol, ele mora no “eu” e ilumina o tudo e o todo. A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano. (Victor Hugo)

Abraços e muita paz!